segunda-feira, 25 de julho de 2016

Relato 10



10º Encontro/ Aula 9 - Dia 07/07/16

Por motivo de força maior, não foi possível comparecer ao encontro.

Relato 9





9º Encontro/ Aula 8 – Dia 30/06/16

O encontro foi iniciado com o pedido para que a colega Amanda contasse uma piada, que foi sobre um ladrão que encontra um amigo após roubar uma joalheria e colocar o produto do roubo em uma mala, o amigo pergunta _ Tudo joia? O ladrão responde: _Não, metade roupa, metade joia! Muitos colegas não compreenderam a piada, que precisou ser recontada. A piada foi para que o tema da aula fosse apresentado: a piada como recurso pedagógico. O professor pediu que imaginássemos uma ilustração para a piada contada pela colega.

Na sequência foram apresentadas três piadas ilustradas: O bêbado e a dama de preto, piada do galo e um pra mim, um pra você. Foram avaliadas em relação aos tipos e tamanhos de fontes utilizadas, tempo de transição de um slide para outro, se possibilitavam a leitura do texto e apreciação da imagem, cores das imagens em relação ao plano de fundo.

Foram abordados alguns requisitos importantes na construção de apresentações de slides, como fonte legível, em tamanho e cores compatíveis com plano de fundo, figuras também compatíveis com plano de fundo, viabilidade da transição automática de slides, utilização de efeitos e animações. Estes últimos, ao serem utilizados, deve-se levar em conta para qual público será apresentado e quais objetivos planejados, o bom senso é sempre recomendado.

Foi apresentado um vídeo do Youtube sobre como utilizar as ferramentas disponíveis no IMPRESS – apresentador de slides do LibreOffice, que é semelhante ao Power Point do pacote Office da Microsoft. Para conferir como está ficando a apresentação, clicar em apresentação de slides ou em F5. Para voltar para o Impress, clicar em ESC. Para acrescentar um novo slide, clicar em enter embaixo do último slide e em seguida em novo slide, ou em slide na barra de ferramentas, em seguida em nova página ou slide, ou ainda clicar no botão direito do mouse e em seguida em novo slide.

O professor iniciou a criação de uma apresentação de slides utilizando a piada contada no início da aula. O primeiro passo foi selecionar as imagens e depois salvá-las. Para colocar as imagens nos slides, deve-se clicar em inserir na barra de ferramentas, buscar as imagens no arquivo e clicar em abrir. Pode-se utilizar crtl c+crtl v para copiar as imagens e inseri-las na apresentação, mas corre-se o risco de ao enviar para algum remetente, este não conseguir visualizar as imagens.

Em seguida foi realizada atividade prática da criação de apresentação de slides no Impress, escolhendo uma piada e imagens relacionadas na Internet e salvá-las em pasta. Foi solicitado que a apresentação tivesse uma capa com nome do estudante, turma, título da piada e no mínimo cinco slides. O computador que utilizei apresentou problemas, precisei reiniciar a atividade seis vezes. Ao concluí-la e salvar em minha pasta, o Impress parou de funcionar, não conseguindo reabri-lo, mesmo com o auxílio do professor. 

Tenho aprendido muito nos encontros e tenho apreciado principalmente as aulas práticas, que nos dão a chance de aprender fazendo, errando, tirando as dúvidas. Mesmo com as dinâmicas propostas nas aulas anteriores, os encontros em essência eram teóricos, o que os tornavam um pouco cansativos. Apesar dos problemas que enfrentei na máquina que estava utilizando, percebi que o Impress pode ser um ótimo aliado e facilitador do processo de ensino e aprendizagem.





Relato 8





8º Encontro/ Aula 7 – Dia 23/06/16

A aula foi iniciada com todos sentados na mesa central, cada aluno foi chamado nominalmente e deveria dizer uma palavra em relação a outra dada pelo professor. As palavras foram viagem, tecnologia, sonho, mania, futebol, hipertexto e mais algumas. Ao final, conclui-se que fizemos associações e foi introduzido o tema da aula: HIPERTEXTO E HIPERLINKS.

Em relação a palavra hipertexto, aproveitou-se para abordar que há diferenças entre o conceito de capacidade de armazenamento e tamanho físico.

Foi exibido diversas gravuras para que descobríssemos uma charada. As gravuras eram laço, armadilha, ilha, lobo, matilha, círculos, Garfield gordo, duas pessoas abraçadas e faziam referência a um trecho da música de Djavan, Faltando Um Pedaço.

Em seguida, foram iniciadas as atividades práticas. A primeira foi uma atividade de navegação em hipertexto, em dupla, para resolução de problemas e tomada de decisões que poderiam levar à morte, à sobrevivência, descansando ou atingindo os objetivos. No debate sobre as impressões da dinâmica, chegou-se a conclusão que além de leitura e interpretação, poderia-se trabalhar outras reflexões com os estudantes, como nem sempre escolher o caminho mais fácil, será garantia de atingir os objetivos; que é interessante para trabalhar as perdas de acordo com a decisão da dupla, com maturidade; perder-se facilmente na navegação na Internet, fugindo dos objetivos da pesquisa.

Na sequência, foram relembrados os conceitos de Internet e Intranet. Os computadores interligados numa mesma rede não necessita de conexão à Internet para acessar pastas que estejam nestas máquinas, esta rede chama-se Intranet, que podem estar conectados por cabos ou por wi-fi. O tamanho da Intranet varia de acordo com o tamanho do universo delimitado. 

A segunda atividade prática foi a colocação de hiperlinks na música do Djavan, seguindo um tutorial exibido no quadro.

Foi apresentado o vídeo O Hipertexto e Suas Aplicações no Desenvolvimento das Novas Propagandas Interativas, abordando o conceito de hipertexto e suas possibilidades de aplicações, principalmente nas propagandas interativas da Internet, chamando a atenção para os sites de compras. Cita que nas TVs digitais as propagandas por hipertexto também são aliadas dos publicitários.



Relato 7





7º Encontro/ Aula 6 – Dia 16/06/16

A aula foi iniciada com a leitura de encarte de venda de computadores, sendo possível perceber as artimanhas utilizadas para envolver o consumidor. Nos computadores de baixa qualidade, as informações necessárias sobre a configuração eram mínimas, enfatizando os brindes e o financiamento em longo prazo. Já em outro computador com configuração superior, as informações passavam a ser um pouco mais detalhadas.

Em seguida foi demonstrado no Writer como selecionar palavras ou frases, como recortar, colar, copiar, modificar fontes, utilizar atalhos através da tecla crtl associada a outras teclas, como funciona a memória secundária, guardando a última palavra ou frase copiada ou recortada, funções da tecla shift, tab. 

Na sequência foram realizadas atividades práticas. A primeira foi copiar um bilhete utilizado na comunicação da escola, buscando reproduzir a moldura, fontes, espaçamentos e outros recursos utilizados. A segunda atividade foi reproduzir uma tabela com imagens, preenchimentos de células, modificar cor de fontes, centralização das palavras. A terceira atividade foi adicionar à barra de ferramentas o Fontwork e confeccionar uma capa de trabalho, utilizando os recursos disponíveis.

Foi explicado a tarefa de casa, o preenchimento da tabela de tecnologias existentes na escola, ficando atento para pesquisar a grafia correta dos nomes dessas tecnologias. A ficha não poderá ser entregue preenchida à mão. Foi explicado também o acesso ao portfólio no AVA e a necessidade de preencher as informações corretamente, como título, tipo de arquivo, marcar para ficar visível para todos os usuários, liberar publicação e comentários.

Foram apresentados três vídeos, o primeiro foi a A História das Redes Sociais, traçando uma linha do tempo, de 1994 com o surgimento do serviço de hospedagem do Geocineses, passando pelas fusões, aquisições, extinções e funções de diversas empresas como Endenterite, Fotologia, Linkedin, MySpace, Facebook, Orkut, Flickr, Twitter, Tumbir, Yahoo, até 2011, com o lançamento do Google+, uma rede social do Google. O segundo vídeo, Seja Esperto: Saiba Como Usar as Redes Sociais, relata as atividades que podem ser realizadas nas redes sociais, como conectar com muitas pessoas, compartilhar fotos, contar piadas, ficar por dentro do que as pessoas fazem e da facilidade de executar essas atividades, aborda também os problemas que se pode ter ao postar informações pessoais, que podem vir a ser utilizadas por pessoas mal intencionadas. Ter cuidado com conteúdos compartilhados, pois algumas postagens poderão comprometer a própria reputação, formando uma imagem negativa para quem visualiza. Ser criterioso em quem adicionar ao círculo de amizades, dando preferência para pessoas já conhecidas, evitando pensar apenas em quantidade. Ter limites para utilizar as redes sociais, evitando que a vida virtual atrapalhe a vida real. O terceiro vídeo: Mídia Social é Uma Moda, apresenta estatísticas de usos das mídias sociais, como queda de circulação de jornais impressos, números de conexões diárias, além de trazer a reflexão de que para evitar problemas, não devemos deixar de utilizá-las, mas sim, saber COMO utilizá-las de forma a tirar proveito dessas ferramentas.

Em seguida foi realizado um debate sobre a visibilidade das empresas nas mídias sociais, que precisam estar presentes no Facebook para divulgação e também disponibilizar canal de vendas virtuais, como o Mercado Pago; refletir sobre utilização das redes sociais com os alunos: será que é possível utilizar todas as redes sociais com os alunos? Por que sim? Por que não? Alguns colegas e o professor citaram relatos de casos de sucesso na utilização das redes sociais nas escolas, como provas online, jornal através de WhatsApp, criação de perfis fakes no Facebook, utilização de dropbox para compartilhar recados, slides e vídeos.


Relato 6





6º Encontro/ Aula 5  - Dia 08/06/2016

O encontro dessa semana foi realizado na EAPE, no primeiro dia do seminário A Educação à Distância na SEDF – Desafios e Possibilidades. A programação do turno vespertino foi iniciada com a apresentação cultural, três filmes curta-metragem. O primeiro foi o vídeo Revir, ganhador do I Festival de Curta Metragem das Escolas Públicas do DF, uma produção dos alunos do CED 08 do Gama. O filme apresenta duas possibilidades de finais para uma mesma situação, envolvendo três rapazes em uma localidade de Brasília e uma carteira. Na primeira o rapaz sendo atacado violentamente com um pedaço de pau e tendo a carteira roubada e a segunda, o mesmo rapaz deixando a carteira cair e um dos outros dois rapazes pegando-a e devolvendo-a. O início é bem interessante, acontece com o filme sendo rebobinado. O segundo filme, Todos Somos Iguais, retrata a história de um grupo de jovens fazendo amizade com uma fantasma que reside no cemitério de Planaltina. Ao descobrirem a sua condição, fogem assustados, mas conversam entre si e concluem que a diferença entre eles não precisa ser fator de exclusão, decidem pedir desculpas e reatar a amizade. O terceiro filme, um vídeo publicitário gravado nas dependências da EAPE para divulgação do 2º Festival de Filmes Curta Metragem das Escolas Públicas de Brasília, com inscrições até 02/08/16 no site www.se.df.gov.br, simula um duelo entre alunos uniformizados, mas ao invés de armas, sacam os seus celulares. A pessoa responsável por levar os vídeos relatou a importância dessa iniciativa nas escolas, possibilitando que os estudantes se tornem protagonistas, com os professores como mediadores.

Na sequência, iniciou-se a Mesa Redonda: Relatos de Experiências, com Prof. Dr Erisevelton Silva Lima (EAPE/SEDF) como mediador, que explicou sobre a dinâmica da mesa, como o tempo de fala para cada convidado e o seu papel como mediador.

O primeiro relato foi o do Professor João Wilson da Costa (ETB/SEDF), sobre a EAD na Educação Profissional, apresentando os slides O Ensino Profissional à Distância no Contexto da Escola Técnica de Brasília. Traçou uma linha do tempo sobre os cursos técnicos em Brasília, que foram iniciados em 2007, com o programa E-Tec Brasil até os dias atuais, com a convergência de modalidades e utilização das redes sociais. Relatou sobre como a ETB reduziu de forma significativa as vagas ofertadas em EAD, devido a evasão e como a equipe percebeu que a qualidade do material didático utilizado na EAD era bem superior ao material dos cursos presenciais, levando-os a adotá-los na modalidade presencial também. Atualmente, a ETB utiliza o Moodle como ferramenta de seus dois cursos, Técnico em Informática, com 4 semestres de duração e Técnico em Telecomunicações, com 3 ou 4 semestres. Apresentou gráficos sobre a disparidade do número de alunos que ingressam nos cursos e de quantos concluem, demonstrando o quanto a evasão é significativa, nesse sentido, buscam continuamente estratégias para melhorar a qualidade dos cursos ofertados e diminuir esses números.

O segundo relato foi o do professor Luiz Henrique Wilhelms (CEM 01 de sobradinho/SEDF), sobre Educação Básica e Ensino Médio, com slides sobre O Uso do Moodle Como Ferramenta de Apoio à Aprendizagem – Experiência do CEM 01 de Sobradinho. Fez um breve histórico de como a escola iniciou a utilização do Moodle em 2001 e de como aconteceu a ampliação em 2012, como complementação nas aulas de Língua Portuguesa, Química e Espanhol. Os professores rateiam a hospedagem do site. Mostrou ainda, a situação atual, nove disciplinas utilizam o Moodle, além de ser utilizado para projetos de pesquisa, projetos de redação, biblioteca, SOE, material de apoio para o PAS, informes gerais da escola, dependência (reforço escolar para os alunos que não podem comparecer no turno contrário). Mostrou o layout da página da escola e a sua sistematização, disponibilizando materiais de apoio como apostilas, sequências de slides, vídeo- aulas, exercícios, sempre como apoio às aulas presenciais. Foi mostrado resultados de uma enquete realizada com os alunos e alunas e com professores e professoras, sobre as vantagens e desvantagens da utilização da plataforma. Como vantagens os estudantes citaram poder realizar atividades conforme a disponibilidade de tempo, consultar fontes de pesquisa, acompanhar o próprio desempenho. As desvantagens citadas foram dificuldades de acesso à Internet dentro e fora do espaço escolar, aumento das atividades a serem realizadas em cada disciplina. Na visão do corpo docente, as vantagens foram melhor aproveitamento do tempo nas disciplinas, visto que alguns só tem uma aula semanal, aproximação dentro da sala de aula, possibilitando melhor interação com os estudantes, facilitando sanar as dúvidas. Como desvantagens citaram as dificuldades dos estudantes em utilizar as tecnologias, chegando a questionarem se essa é mesmo uma geração tecnológica e digital.

O terceiro relato foi o do professor João Henrique Gonçalves Moreira (CIL de Brazlândia/SEDF), sobre EAD no Ensino de Língua Estrangeira no Contexto do CILB. Explicou como alguns CILs juntaram-se e iniciaram uma reformulação em seus currículos, a partir disso o CILB passou a oferecer os Cursos de Formação Complementar – CFC, para auxiliar no processo de ensino-aprendizagem dos estudantes, permitindo maior liberdade de organização do tempo disponível, já que nem todos podem comparecer mais de duas vezes por semana às aulas presenciais. Mostrou funcionamento do site, no sentido de auxiliar os estudantes a entenderem como funcionam os CFCs, tirando dúvidas de forma bem humorada e acessível. Foi apresentado o layout do AVA do CILB. Relatou ainda, sobre os objetivos dos CFCs, que é a democratização do acesso à educação gratuita e de qualidade, possibilitar a utilização real da língua, através de postagens de vídeos, chats e áudios. Os CFCs foram iniciados sem o apoio da SEDF e foram financiados pelos próprios professores e pela Associação de Pais e Mestres da escola. A equipe ainda não sente segurança em usar o Moodle da SEDF e estão preocupados em participar de cursos de formação e aperfeiçoamento. Os professores trabalham em grupo para monitorar a evolução dos estudantes. A escolha das turmas para participarem do CFCs são feitas pelos professores. Ao final, o aluno recebe certificados contendo a carga horária. Os professores do CILB sentem necessidade de documentação regulamentando a coordenação dos CFCs, atualmente o coordenador, além dessa função, também rege turmas.

O quarto relato foi o do professor João Rocha Dias Filho (GEAD/EAPE/SEDF), sobre a formação de professores pela EAPE. Fez um breve histórico oral sobre o aumento de estudantes inscritos em cursos à distância no Brasil, tanto em instituições públicas como privadas. Relatou sobre o convite para implementar a EAD na EAPE. A equipe compreende que ainda precisa avançar e melhorar a dinâmica, enfrentando os desafios de desempenharem sozinhos todas as funções, como designer gráfico, escrever os próprios módulos, administração do Moodle. Relatou sobre a importância do Moodle na emissão de todos os certificados dos cursos da EAPE, tanto presenciais, híbridos ou totalmente à distância, comentou também sobre a evolução quantitativa dessas duas últimas modalidades. A gerência da EAPE também oferece formação continuada aos profissionais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros do DF. 

Ao final dos relatos, o mediador abordou a diferenciação entre escolas públicas e privadas, no sentido de que existe excelência e necessidade de melhorar nas duas. Fez uma reflexão sobre a qualidade da EAD, quando o objetivo é apenas reduzir o quadro de profissionais, visando diminuir custos e impondo turmas de duzentos alunos nos encontros presenciais, como é comum acontecer em diversas instituições. Comentou que em todos os relatos percebe-se a importância da pesquisa para retroalimentar os projetos apresentados e também um problema comum, a evasão, entretanto não a percebe como um problema da EAD e sim como fruto de uma cultura pouco centrada nos estudos e suas dificuldades, na falta de hábito de leitura e escrita, além da dificuldade em enfrentar a solidão comum à EAD, sem a presença dos professores. Refletiu ainda, sobre a avaliação na EAD, que não pode incorrer no erro comum à avaliação dos cursos presenciais, ou seja, ser o fim e não a valorização do processo de aprendizagem dos estudantes. Elogiou o respeito de todos os convidados ao tempo disponibilizado para a fala, não extrapolando.